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Os pilares da educação na formação de um empreendedor

  • 12 de out. de 2016
  • 16 min de leitura

RESUMO

A proposta deste artigo é apresentar o conceito sobre educação e empreendedorismo. A escola através de projetos de forma diária ou em projetos complementares contribuírem para esta efetivação do indivíduo empreendedor. O conceito principal deste trabalho foi ampliar de forma critica esta realidade, percebendo que a educação surge em momento especifico para auxiliar o educador a desenvolver as potencialidades do educando, porque através da concretização na escola a nossa educação torna uma formação do indivíduo critico consciente, autônomo, criativo e transformador da realidade, um indivíduo que faz acontecer, com características empreendedoras, sendo empreendedor em diversas áreas da própria vida.

PALAVRAS-CHAVE: Empresa. Educação. Projetos.

TEXTO DO TRABALHO

1. INTRODUÇÃO

O foco deste artigo será debater a importância de experiências que envolvam a ação da escola reflexiva através da aplicação dos pilares da educação para a formação do empreendedor. Os autores apresentam de forma indireta o tema, utilizam características consideradas do empreendedor para relatarem sobre a formação do indivíduo do futuro.

O tema é de relevância, pois consideramos que auxiliar na formação do novo indivíduo para o mundo do trabalho, requer colocar em prática teorias educacional, através de um método coerente. Ao refletir sobre o espírito empreendedor determinamos atitudes referentes aos pilares da educação. O sistema de educação tem apresentado diversas formas complementares de aplicar estas bases, tendo como caminho para a prática pedagógica o trabalho com projetos. Entendemos por educador (a) social e reflexivo todo aquele que atua no campo educacional visando formar o indivíduo consciente, critico e participativo.

2. EDUCAÇÃO

Educar é originário do latim educare ou educere verbo composto pelo verbo ducere e do prefixo ex (fora) ducere (conduzir) que quer dizer extrair de dentro, assim pode concluir que educar constitui em desenvolver potências interiores a fim de que floresçam educar e deixar o homem surgir em criar, desenvolver, levar adiante, puxar, erguer, envolver, motivar e assim mostrar e apontar novas possibilidades.

Educar, sobretudo nunca deixar de aprender e de acreditar (CHALITA, 2003).

A escola atual deve contribuir para que o indivíduo obtenha habilidades e competências para aprender com autonomia e ter condições para criar e recriar suas condições no mundo.

3. ESCOLA REFLEXIVA

A linha pedagógica histórica critica social dos conteúdos de tendência realista e progressiva de concepção filosófica construtivista. Nesta concepção o aluno é visto como construtor do próprio aprendizado e o educador é o facilitador deste ensino.

A ligação entre ensino e aprendizagem se faz por processo, a concepção construtivista relata que o indivíduo aprendeu quando é capaz de elaborar ruma representação pessoal sobre um objeto da realidade ou conteúdo.

Consideramos assim que o aluno se desenvolve quando pode construir significados adequados em torno dos conteúdos. A reflexão é à base desta teoria.

Alarcão (2003) define a escola reflexiva como uma organização que continuadamente pense em si própria e na missão social.

Consideramos a escola reflexiva como uma sociedade pensante que busca aprender com qualidade os saberes necessários para viver com qualidade.

A escola reflexiva é capaz de liderar e mobilizar as pessoas ensinando a agir em situações e norteia se pelo projeto a escola, assegurando a participação democrática. Pensar e escutar antes de decidir, ser conseqüentemente capaz de ultrapassar dicotomias paralisantes decidir e acreditar que todos se encontram num processo de desenvolvimento e aprendizagem.

3.1 Os pilares da educação

Educação, isto é, é tudo que a humanidade aprendeu acerca de si mesma (DELORS, 2004, p. 32).

A educação deve favorecer o aparecimento de um espírito novo, a função do sistema escolar de grande relevância tem base em uma sociedade educativa de aquisição, atualização e emprego dos conhecimentos.

Segundo Delors (2004), a prática pedagógica deve se orientar em quatro aprendizagens fundamentais, considerados como os pilares do conhecimento.

A educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele (DELORS, 2004, p. 89).

3.2 Escola reflexiva: aprender, construir e interagir

Aprendizagem se dá numa relação entre o saber, abstratamente definido, e a inteligência da criança. A mediação entre saberes e inteligência se dá pela didática (ALVES, 2004).

A educação ao longo de toda a vida é uma construção continua da pessoa humana, do seu saber e das suas aptidões, mas também da sua capacidade de discernir e agir. Deve leva lá a tomar consciência de si própria e do meio que a envolve e a desempenhar o papel social que lhe cabe no mundo do trabalho e na comunidade (DELORS, 2004, p. 106).

O saber, o saber fazer, o saber viver juntos e o saber ser constituem quatro aspectos, intimamente ligados, de uma mesma realidade (DELORS, 2004, p. 107).

3.3 Avaliação de uma escola reflexiva

A avaliação a serviço da ação torna se mediadora da ação pedagógica reflexiva, promovendo assim atos que possam beneficiar os educados visando à promoção moral e intelectual dos alunos.

A avaliação mediadora é uma ação planejada sistemática e intuitiva, constituindo se no cotidiano da sala de aula. O professor ao propor uma tarefa define sua intenção (HOFFMANN, 2004).

Mediar à experiência educativa significa acompanhar o aluno em ação- reflexão-ação. O educador tem papel determinante segundo o relatório de (DELORS, 2004), na formação de atitudes positivas, ajuda a desperta curiosidade, autonomia e estimula intelectualmente e cria condições ara o sucesso da educação sistematizada.

3.3.1 Escola reflexiva e a elaboração de projetos

Os projetos de trabalho contribuem para uma resignificação dos espaços de aprendizagem de tal fornia que eles se voltem para a formação de sujeitos ativos reflexivos, atuantes e participantes (HERNANDEZ, 1998).

O homem não pode participar ativamente na história, na sociedade, na transformação das realidades se não for ajustado a tomar consciência da realidade e da sua própria capacidade para transformar (FREIRE, 2004, p. 26).

4. CONCEITO DE EMPRESA

De acordo com o SEBRAE (2013), empresa é um conjunto organizado que sabe fazer algo, oferecendo bens de serviço, tendo como principal objetivo atender a alguma necessidade humana.

Historicamente as empresas desenvolveram se lentamente até a revolução industrial a. maquino fatura permitiu substituir ferramentas por maquinas, a energia humana pelo motiz, a produção domestica pelo sistema de fábrica Na atualidade as empresas está ligada a novas energias uma sofisticação total.

Os consumidores estão cada vez mais exigente isto promove uma competição empresarial levando ao avanço tecnológico e qualificação dos produtos e dos funcionários.

Conjunto de pessoas que trabalham juntas no sentido de alcançar objetivos por meio da gestão de recursos humanos, materiais e financeiros (CHIAVENATTO, 2005).

A empresa tem objetivos diretos e indiretos, existe a necessidade de talentos humanos, recursos materiais e recursos financeiros. Outro objetivo da empresa e sem duvida atender a alguma necessidade da comunidade, criar oportunidades de emprego, pagar impostos e ajudar a outras empresas fornecedoras.

Toda organização, seja de estrutura mais aberta ou mais fechada, representa um conjunto de pessoas que trabalha na intenção de atingir um objetivo final (CHIAVENATTO, 1994).

Toda organização tem pelo menos um objetivo social: seu compromisso com as pessoas que dela fazem parte, os clientes, o governo e a sociedade. No entanto, existem algumas que, além do objetivo social, têm também um objetivo operacional: o lucro.

As organizações, então, podem ser classificadas como:

Empresas (que visam o lucro).

As associações ou cooperativas são entidades sem fins lucrativos. Estas associações ou cooperativas reúnem pessoas com um mesmo objetivo, uma meta a ser alcançada. Em geral o lucro é direcionado ao dono da empresa, o empresário, outras empresas dividem os lucros com seus colaboradores e algumas com o lucro financiam os projetos e pesquisas de outras organizações. Toda empresa precisa ser administrada.

A era do conhecimento não é mais uma promessa, é um fato com o qual as empresas se deparam, e aquelas que estiverem preparadas para esse novo paradigma terão mais chance de sobreviver (DORNELAS, 2003. p. 5).

Administrar

A administração passou por diversos estágios que sofreu com as influencias sócio políticas, culturais, de desenvolvimento tecnológico, e de desenvolvimento e consolidação do capitalismo. Movimento de racionalização do trabalho, foco na gerência administrativa; movimento de relações humanas, foco nos processos: Movimento do funcionalismo estrutural, foco na gerência por objetivos; movimento dos sistemas abertos ambientais, foco na produtividade; na atualidade não temos um movimento em vigor, mas o foco esta no empreendedor como gerador de riquezas.

Administrar é saber planejar, organizar, liderar e controlar os trabalhos dos membros da organização, para isso o empreendedor deve ser preparado para administrar a empresa da qual pertence. Planejar é refletir os objetivos e ações da organização. O empreendedor deve saber organizar.

Distribuir verbas e tarefas, agindo como um líder, motivando o grupo. O Mercado é extremamente competitivo, e assim exige um trabalhador com formação de empreendedor uma formação sólida e abrangente com espírito de critica sendo dotado de criatividade e que saiba o que fazer como fazer e porque fazer, sabendo trabalhar em equipe e tenha qualidade no que for fazer.

4.1. Segmentos empresariais

Segundo o SEBRAE (2013), existem três tipos de segmentos de empresas:

Setor primário: Relacionado à exploração de recursos naturais, sendo assim um conjunto de atividades que produzem matéria prima, transforma recursos naturais em produtos primários. Muitos produtos do setor primário são considerados como matérias primas. Este setor esta dividido em agricultura, pecuária, extrativismo vegetal, caça, pesca, mineração e agro negócio.

Setor secundário: Inclui os processos de transformação das matérias primas;

Setor terciário: setor relacionado à comercialização dos produtos e oferecimento de serviço, setor bastante diversificado.

4.2. Para construir uma empresa

Para abrir uma empresa e preciso realizar um planejamento, ou melhor, um projeto e colocar em um papel algumas respostas.

Identificar a oportunidade no mercado.

Analisar alguns riscos envolvidos.

As necessidades e desejos dos clientes.

Analisar a concorrência.

Verificar o investimento necessário para a empresa bem estruturada.

Verificar como e onde conseguira o capital necessário.

Fazer uma analise de quando terá retorno do capital investido.

Como a empresa deve ser enquadrada como micro ou pequena empresa.

Além disso, é necessário conhecer habilidades e características empreendedoras necessárias.

4.3. Planos de negócio

Business plan ou plano de negócio é o conjunto de informações sobre o futuro empreendimento, realizando um check list realizado pelo SEBRAE.

Plano de negócio:

  1. Ramo de atividade:

Por que escolheu este negócio?

  1. Mercado consumidor:

Quem são os clientes?

O que tem valor para os clientes?

  1. Mercado fornecedor

Quem são os fornecedores de materiais e serviços?

  1. Mercado concorrente:

Quem são os concorrentes?

  1. Produtos/serviços a serem oferecidos:

Quais são as características dos produtos ou serviços?

Quais são os seus usos menos evidentes?

Quais as suas vantagens diante dos concorrentes?

Como criar valor para o cliente por meio dos produtos e serviços?

  1. Localização:

Quais os critérios para avaliação do local ou do ponto?

Qual a importância da localização para o seu negócio

  1. Processo operacional:

Como sua empresa vai operar etapa por etapa?

Como fazer?

Como fabricar?

Como vender?

Como fazer o serviço’?

Qual trabalho será feito?

Quem o fará?

Com que material?

Com que equipamento?

Quem tem experiência e conhecimento no ramo?

Como fazem os concorrentes?

  1. Previsão de produção, previsão de vendas ou previsão de serviços:

Qual são a necessidade e a procura do mercado?

Qual é a sua provável capacidade de produção?

Qual é a disponibilidade de matéria-prima e de insumos básicos?

Qual é o volume de produção/vendas/serviços/que você planeja para seu negócio?

  1. Análise financeira:

Qual é a estimativa da receita da empresa?

Qual é o capital inicial necessário?

Quais são os gastos com materiais?

Quais são os gastos com pessoal de produção?

Quais os gastos gerais de produção?

Quais as despesas administrativas?

Quais são as despesas de vendas?

Qual é a margem de lucro desejada?

*Roteiro esquematizado segundo o SEBRAE.

Chiavenato (2005) o considera interessante responder outras questões. Analisar o setor da nova empresa.

• Perfil do cliente.

• Características do mercado.

• Características da concorrência.

• Cenário econômico, social e tecnológico.

• Levantamento sobre características do novo empreendimento.

• Características do produto/serviço a ser ofertado.

• Preço condições de venda.

• Formatação jurídica.

• Estrutura organizacional.

Plano estratégico:

É preciso definir a missão: sendo considerada missão a razão de ser do próprio negócio. Porque ele foi criado, para que ele existe, a missão esta sempre centrada na sociedade a fim de definir o negócio, saber o que fazer (produto/serviço), como fazer (tecnologia a ser utilizada), e para quem fazer (mercado). Documento de identidade da empresa identifica quem é do rumo à empresa, orienta, focaliza presente e futuro.

Definindo visão do futuro, é a imagem do futuro e o que pretende o negócio em certo tempo, um olhar para o horizonte, é o sonho no negócio, aonde a empresa quer chegar, sendo um passaporte para o futuro, projeta quem a empresa deseja ser, fornece energia, inspira tem foco no futuro pode muda, conforme os desafios.

Definir o negócio.

Determinar os objetivos é estado desejado, e o que pretende realizar os objetivos pode ser financeiros, comerciais, administrativos tecnológicos e sociais.

Os objetivos estratégicos: estendem em longo prazo, são os objetivos mais amplos e importantes da empresa.

Objetivos táticos: são os objetivos de cada área, departamento. Objetivos operacionais: objetivos de cada tarefa são objetivos cotidianos.

Formulação da estratégia: Observar fatores internos da empresa, força, potencial da empresa e também fraquezas e fragilidades. E o fator externo analise do ambiente focalizando as possíveis ameaças e oportunidades.

Compatibilização adequada são a visão do ambiente, do mercado, as oportunidades e ameaças.

Formulação da estratégica: após analisar as franquezas e forças internas e as oportunidades e ameaças externas.

Trace o melhor caminho, para alcançar os objetivos. Implementação da estratégia:

Explicar a todos os interessados como o negócio vai funcionar e o caminho, passo a passo.

Avaliação da estratégia: Consistem em avaliar a estratégia e promover a intervenção necessária, adequar as mudanças.

Plano operacional.

Previsão de vendas.

Planejamento da produção.

Orçamento de despesas gerais.

Previsão do lucro operacional.

Previsão do fluxo de caixa e balancete.

Balanço patrimonial simulado.

Previsão de índices operacionais e financeiros.

Apêndices:

Contatos pertinentes.

Informações técnicas.

Faça um resumo das informações.

Revise todo o conjunto.

Realizar uma revisão para verificar a se o negócio e viável e confiável.

4.4. Documentos legais para constituir uma empresa

Segundo o SEBRAE (2013) os documentos necessários dos sócios da empresa: RG, CPF comprovante de endereço, telefone, certidão negativa da receita federal.

É necessário realizar “Busca Prévia” de local de funcionamento.

Busca do nome da empresa – pode ser realizada no cartório ou na junta comercial.

Organizar Contrato Social da Empresa.

Obter autorização de um Advogado.

Assinar e reconhecer firma do proprietário ou sócios.

Registrar no respectivo Conselho de Classe – procurar Conselho regional caso a atividade principal exija habilitação profissional específica.

Registrar o Contrato Social da Empresa.

Comércio – procurar Junta Comercial. Serviços – procurar Cartório para Registro Civil das Pessoas Jurídicas.

Inscrição no Cadastro Nacional Pessoa Jurídica (CNPJ) – procurar Receita Federal.

Inscrição no INSS – procurar agência do INSS em sua jurisdição.

Inscrição na Secretaria Estadual de Fazenda para atividade de compra e venda de mercadorias.

Inscrição na Secretaria Municipal de Fazenda.

Obtenção do Alvará de Funcionamento.

Aquisição e autenticação de livros fiscais.

Impressão de Notas Fiscais – a autorização para emitir notas fiscais é concedida pelo Posto Fiscal da Secretaria da Fazenda de sua jurisdição ou pela Prefeitura no caso de Empresas de Serviços.

4.5. Tipos de empresas

Segundo o SEBRAE (2013), podem-se identificar algumas características importantes de alguns tipos de empresas.

Conglomerado: oligopólios consideraram quando empresas de setores diferentes se unem para tentarem dominar ofertas de produtos ou serviços geralmente são administradas por um holding (sociedades gestoras de participação sociais).

Consorcio de empresas: empresas que se associam, mas não perdem identidade jurídica para obter finalidade comum. Característica deste tipo de empresa:

1. Objetivo comum em determinado projeto, empreendimento ou prestação de serviço;

2. A administração é feita pela empresa líder. Geralmente o consorcio acontece com a finalidade de:

• Executar obras de engenharia.

• Para atuarem no mercado econômico.

• Para explorarem serviços relacionados a transportes.

• Explorar atividades de mineração.

• Para realizarem pesquisas.

• Licitações públicas.

Empresa familiar: empresas que durante três gerações estão ligadas a mesma família

Empresa de capital aberto ou sociedade anônima: empresa cujo capital e formado por ações, títulos que representam partes ideais. As principais características da Sociedade

Anônima: Divisão do dinheiro em partes iguais, em regra, de igual valor nominal – ações. É na ação que se materializa a participação do indivíduo considerado acionista.

As ações, em regra, podem ser livremente cedidas, o que gera uma constante mudança no quadro de acionistas. Entretanto, poderá o Estatuto trazer restrições à cessão, desde que não impeça a negociação Desta forma, as ações são títulos circuláveis, tal como os títulos de crédito;

Pode ser Companhia aberta ou fechada Por fim, a Sociedade Anônima deverá ter uma estrutura organizacional composta de: assembléia geral, conselho de administração (facultativo em caso de Companhia Fechada), diretoria e conselho fiscal.

Empresa de Economia Mista ou Sociedade de Economia Mista: empresa que tem colaboração particular e do Estado. A sociedade de economia mista é sempre pessoa jurídica de direito privado, não tendo, portanto, os privilégios das pessoas públicas, não usufruindo de isenções fiscais ou de foro privilegiado. As ações com direito a voto devem ser mais da metade pertencentes ao Estado. A sociedade de economia mista será sempre uma sociedade anônima, e o pessoal que trabalha nesse tipo de instituição é regido pela legislação trabalhista, por não se tratar de servidores públicos.

Empresa Estatal: organização que pertence ao Estado ou União, que controla a empresa nos setores financeiros e administrativos.

Empresa Pública: pessoa jurídica de capital publica que tem por finalidade o lucro mesmo que utilizada pela comunidade, dotada de personalidade de direito privado, mas submetida a certas regras pública, formada unicamente por recursos públicos. Pode ser Federal, municipal ou estadual. Principais características:

Para abrir ou fechar a empresa depende de autorização; Pode ser uma sociedade Comercial ou Civil, sendo organizada e controlada pelo poder público.

Multinacional ou Transnacional: empresa que opera e ou fabrica em dois ou mais países diferentes Este tipo de corporação, instala-se, produz e vende seus serviços em vários países no mundo e por causa de sua economia de grande escala, busca sempre custos baixos e o maior lucro possível. Estas empresas mantêm seus centros de decisão financeiro em seu país de origem, para se livrarem de impostos nos seus países de origem, tendo sempre a matriz e filiais pelo mundo.

Sociedade Empresária: é aquela que exerce de forma profissional alguma atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços. Desta forma, podemos dizer que “sociedade empresária” é a reunião de dois empresários ou mais, para a exploração, em conjunto, de atividade(s) econômica(s).

Sociedade Simples: Sociedades Simples são aquelas formadas por pessoas que exercem profissão intelectual (gênero), de natureza científica, literária ou artística (espécies). Desta forma. Sociedade Simples é a reunião de duas ou mais pessoas (que, caso atuassem individualmente seriam consideradas autônomas), que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços, para exercê-lo alguma atividade econômica e a partilha.

Utilidade Pública. Que realiza alguma atividade de muita utilidade social.

Cooperativas: Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer necessidades econômicas, sociais e culturais que tenham em comuns, por meio de um empreendimento de propriedade coletiva e democrático. A Cooperativa é então, um meio para que um determinado grupo de indivíduos atinja objetivos específicos, através de um acordo voluntário.

4.6. O ambiente da empresa

Para conhecer uma empresa é necessário entender o contexto que a empresa esta inserida. O ambiente representa o universo que a empresa esta envolvida, tudo o que estão situados fora da empresa. O ambiente é a sociedade maior, constituída de outras empresas, organizações e grupos sociais, neste ambiente que a empresa obtém os recursos e informações necessários para sua subsistência e funcionamento, quando ao ambiente muda a empresa sofre diretamente com esta transformação.

É preciso que a empresas e adapte ao ambiente, se esta adaptação conseguida e os objetivos alcançados consideraram a empresa eficaz tendo condições para permanecer e sobreviver no mercado.

Observa-se assim, em muitos países industrializados um aumento sensível dos meios financeiros dedicados a formação permanente (DELORS, 2004, p. 71).

5. EMPREENDEDORISMO

O significado da palavra empreendedor tem origem francesa (entrepreneur), e indica aquele que sabe assumir riscos e sabe fazer algo diferente.

Empreendedor era aquele que comprava matéria prima por preço certo e vendia por preço incerto (CHIAVENATO 2005, p. 45).

O empreendedorismo vem assumindo um papel importante no desenvolvimento econômico do mundo, este termo se identifica com a inovação, tem a ver com mudança, transformação, ato de criar, de mudar.

A inovação é o instrumento especifico dos empreendedores, o meio pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente. Os empreendedores precisam buscar. de forma deliberada, as fontes de inovações. As mudanças e seus sintomas que indicam oportunidades para que uma inovação tenha êxito (DRUCKER, 2003).

5.1. Empreendedor

O principal ativo das empresas atuais são as pessoas (DORNELAS, 2003, p.5).

Os empreendedores querem sempre ir além, querem descobrir algo novo, querem mudar, não se contentam com a mesmice. Isso os motiva para a busca e a prática da inovação (DORNELAS, 2003, p. 18).

Os behavioristas tentaram traçar um perfil psicológico dos empreendedores por meados dos anos 80, devido ao fato do desenvolvimento das ciências do comportamento. A partir dos anos 80 o empreendedorismo passa a ser fonte de estudo de muitas disciplinas, abordando varias idéias dos especialistas das ciências humanas e administrativas.

O empreendedor é associado à criatividade e, a saber, manter e sustentar o ciclo obtendo retorno significativo. Isso significa que empreendedor e aquele que administra, planeja, organizam, dirigi e controla atividades relacionadas a algum negócio.

O empreendedor precisa definir seu negócio start up, e conhecer profundamente o cliente e suas necessidades, definir missão e a visão do futuro formular objetivos e estabelecer estratégias para alcançar, criar consolidar sua equipe lidar com assuntos de produção, marketing e finanças, inovar e competir em um contexto repleto de ameaças e oportunidades (CHIAVENATO, 2005).

O empreendedor introduz inovações e não é só aquele que é dono de empresa, mas sim aquele que em qualquer nível dentro da empresa pode inovar e sempre que o ambiente permitir desempenhar este espírito empreendedor.

Segundo Dornelas (2003) o empreendedor deve se planejar para programar os projetos novos e depois realizar o framework a avaliação da própria inovação, avaliação do projeto.

O empreendedor é aquele que consegue fazer acontecer observando e age sobre oportunidades Podemos identificar três características básicas do espírito empreendedor.

Necessidade de realização: Esta característica esta marcada ela vontade de realização relacionada com status. A ambição o desejo de realização em relação às pessoas da população em geral.

Disposição para assumir riscos: a base desta característica e o ariscar o não ter medo de riscos possíveis para realizar o empreendedorismo.

Autoconfiança: domínios sobre os problemas enxergam os problemas e acreditam em suas habilidades sociais. Acreditam que o sucesso depende dos esforços próprios.

Segundo David McClelland baseado em um estudo em trinta e quatro países com apoio do SEBRAE e da ONU, as principais características de um empreendedor bem sucedido deve possuir são:

Iniciativa.

Comprometimento.

Busca de qualidade e eficiência.

Não ter medo de assumir riscos.

Obter informações.

Planejamento, projeto.

Capacidade de persuadir e estabelecer contados pessoais.

Independência.

Autonomia.

Autocontrole.

O sistema formal pretende com esta pedagogia preparação intelectual, aulas expositivas com ênfase a repetição das verdades acabadas utilização da memorização, postura conservadora, autoridade e disciplina.

Mas em geral podemos destacar dois tipos de empreendedor relacionando o termo com empreendedor (start up) e o empreendedor corporativo (aquele que trabalha na empresa). Existem alguns mitos relacionados ao empreendedor. Empreendedores são natos nascem para os sucessos Empreendedores acumulam relevantes habilidades e experiências como passar do tempo (DORNELAS, 2003).

Empreendedores são jogadores que assumem riscos. Tomam riscos calculados, evitam riscos desnecessários, compartilham riscos com outros, dividem o risco em partes menores (DORNELAS, 2003). Os empreendedores não conseguem trabalhar em equipe.

São ótimos lideres, criam times/equipes, desenvolvem excelentes relacionamentos no trabalho com colega, parceiro, clientes, fornecedores e muitos outros (DORNELAS, 2003).

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O conceito de empreendedorismo aliado a educação vem cada dia se tornando uma palavra ativa no nosso cenário corporativo, mais ainda vem que não está sendo bem empregada no nosso dia-a-dia.

Analisamos neste presente artigo o estudo e o conceito principal da educação corporativa por vários especialistas e autores, o primórdio da educação corporativa e as habilidades necessárias para ter um negócio lucrativo. A escola deve servir de bússola para navega no mar do conhecimento as oportunidades de aprendizagem são múltiplas. A educação através da escola que passa a ser gestora do conhecimento. É necessário transformar a instituição tanto o educador quanto e o educando é um empreendedor do conhecimento. O empreendedor quer mudança e age de forma participativa e motivadora no grupo. O empreendedor é aquele que se encontra sempre em processo de desenvolvimento e de aprendizagem. Através de uma avaliação mediadora intervir no processo de ensino aprendizagem. O empreendedor realiza avaliação dos projetos framework.

Este artigo demonstrou tamanho e a importância do conceito de educação e empreendedorismo como funciona e pode ser um fator bem favorável e benéfico para a vida do educador / empreendedor para aperfeiçoar suas habilidades como empreendedor.

7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

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DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e se diferenciar na sua empresa. 8. ed. Rio de Janeiro: Campus/elsevier, 2003.

DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2004.

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HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: As setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2004.

LIBANEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. Goiás: Alternativa.

PEREGRINO, Mônica. CARRARO, Paulo. Artigo, escolas e jovens que se habita: desafios cotidianos e de fins de semana.

Revista Urutaguá, revista acadêmica multidisciplinar centro de estudos sobre intolerância. Universidade Estadual de Maringá. 13.12.04

Sites:

http://www.sebrae-rs.com.br/index.php/7-passos-para-abrir-minha-empresa - Como montar uma empresa fonte - acessado em 20/04/2013.

 
 
 

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